sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Edifício do Montepio - Rua Luís de Camões
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Córnea - comprimento - cornalón
domingo, 5 de setembro de 2010
Convento de Santa Maria de Almoster (foto 1)

O Convento de Santa Maria de Almoster situa-se em Almoster, freguesia do concelho de Santarém. Este convento gótico, fundado no século XIII e extinto em 1834, acolheu monjas da Ordem de Cister. A parte do conjunto que chegou aos dias de hoje, que inclui a igreja e as ruínas do claustro, tornou-se Monumento Nacional em 1920.
O convento foi fundado em 1289 por D. Berengária Aires, aia da Rainha Santa Isabel e mulher de D. Rodrigo Garcia, em cumprimento do desejo testamental da sua mãe, D. Sancha Pires. As obras resultaram da iniciativa conjunta da fundadora e da Rainha Santa, tendo esta última mandado edificar o claustro e a enfermaria. Após a conclusão das obras, a rainha continuou a manifestar interesse pelo convento, deixando-lhe em testamento cerca de mil libras. A data de conclusão das obras é desconhecida, sabendo-se apenas que aquando da morte da fundadora, em 1210, aquelas ainda não tinham terminado.
Logo desde a sua fundação, o convento cisterciense assumiu uma grande importância em toda a região, como se comprova pela cobrança de dízimos e pelo recebimento de um foro de uma galinha por habitação erguida no Couto de Almoster, em vigor até à extinção. De entre as várias religiosas que aqui professaram, há a destacar D. Violante Gomes, mãe de D. António, Prior do Crato.
O edifício foi alvo de diversas campanhas de obras ao longo dos séculos, que lhe vieram alterar a austeridade primitiva característica dos mosteiros cistercienses. Logo no século XVI, foi construído o coro por Bernardo Anes, em 1525. A lápide de Gil Eanes da Costa e da mulher, colocada na capela-mor da igreja, data de 1542. No século XVII, foi levada a cabo a campanha de colocação dos painéis de azulejaria e dos retábulos e nichos revestidos por talha dourada barroca. Ainda deste século datam a fonte da crasta e a fonte monumental do claustro (de 1625), e a porta de madeira do pórtico (executada em 1686). No século XVIII, a igreja sofreu intervenções significativas, de que resultaram os ornatos de alvenaria e os arranjos nas absides, bem como na execução do presépio.
Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi progressivamente votado ao abandono, entrando numa fase de delapidação e de destruição do seu rico património que iria durar até quase aos meados do século XX. Ainda em 1910, a igreja foi vandalizada e roubada, tendo desaparecido azulejos, quadros e um pórtico que existiu na Casa do Capítulo. Nos anos 50 do século XX, o estado de degradação a que o conjunto chegara levou à substituição da cobertura abobadada da nave central pelo actual tecto de madeira. O órgão e a pedra de armas sobre o pórtico principal já haviam sido apeados, enquanto que o edifício anexo à igreja se encontrava transformado em vacaria. Desde então, o conjunto tem sido objecto de uma vasta intervenção de recuperação, que lhe procura conferir algumas das suas características originais.
Fonte: Wikipedia.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Fernanda Baptista canta o célebre «Fado Toureiro»
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Conferência de gatos na Rua 15 de Março
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Freguesia de Achete - Brasão
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Jardim das Portas do Sol (anos 70)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Vale de Santo Estevão (Encosta sul)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Feira Nacional da Agricultura, 2003. Altura de matar a sede...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Cair da tarde num dia de verão, em Santarém
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Instituto Politécnico de Santarém - O "Colégio Andaluz"
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Mercado Municipal - Igreja da Graça
domingo, 15 de agosto de 2010
Freguesia de Abrã - Brasão
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
O Caminho de Salinas

Postal 02 de 25
Depois, junto aos pilares da ponte, pescávamos bogas, bordalos, barbos, e até uma ou outra carpa, ou híbrido, como então chamávamos aos pimpões e outros peixes parecidos. Ou, então, não apanhávamos nada.
Eramos, então, homens com corpo e mente de adolescentes. Homens, porque desde cedo trabalhavámos; adolescentes, porque essa era a nossa idade.
A subida era bem pior. Não só por ser subida, mas pelo cansaço do dia.
Mais tarde soube que a vida não é mais que o caminho do Buraco das Salinas, nas Portas de Sol. Tudo nos parece sorrir, quando descemos a montanha, nascidos para a vida. Porém, mais difícil se torna o caminho que nos leva de regresso."
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Chafariz de Palhais, Ribeira de Santarém
O chafariz de Palhais, localizado à entrada da Ribeira de Santarém, é uma peça da segunda metade do século XVIII desenvolvida num paredão ornamentado com pares de pilastras adossadas, em envasamentos simples rematados por pilastras de urnas, envolvendo um nicho central com as bicas de água. A peça é desenhada de acordo com a gramática artística tardo-barroca, em severas linhas clássicas, mas animada no frontão recortado por profusa gramática 'rocaille', e nos lados com jogos de volutas simétricas. Ao centro, destaca-se o nicho de calote semi-esférica, com moldura rococó; entre cada par de pilastras adossadas à estrutura pétrea jorra a água a partir de bicas decoradas com carrancas fantasistas que suportam pináculos triangulares em baixo relevo. Na zona superior, encontra-se o entablamento sobrepujado por um frontão rocócó centrado poelo brasão do Município, este com motivos heráldicos reais. Com grande manancial de águas, este chafariz abastecia todos os viajantes que tomavam o destino do Norte pela estrada real ou coimbrã, ou dessedentava os que aportavam à antiga Vila pelas três estradas de campo que ali entroncam. Note-se que a sua localização anda também associada à existência, naquele lugar, de uma igreja gótica e de um hospital da invocação de Santa Maria de Palhais.
FONTE: Instituto Potuguês do Património Arquitectónico
(Obrigado, Dora)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Tejo e Borda d'Água
sábado, 7 de agosto de 2010
Ganadarias - Vaz Monteiro


É a ganadaria mais antiga de Portugal, fundada em 1840 por José Vaz Monteiro, com vacas e sementais da casta portuguesa, procedentes de Marquês de Vagos.
A sua estreia em 1843 na antiga praça de Almada e, desde então, ao longo de mais de um século, tem sido mantida na mesma família e sem introdução de qualquer outro sangue, constituindo um encaste único e a preservar.
Fonte: http://toureio3.no.sapo.pt


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