Igreja de São João de Alporão.
Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967)
Fotografia sem data.
Produzida durante a actividade do Estúdio Mário Novais: 1925-1985
Fonte: Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste GulbenkianIgreja de São João de Alporão.
Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967)
Fotografia sem data.
Produzida durante a actividade do Estúdio Mário Novais: 1925-1985
Fonte: Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste GulbenkianIgreja de São João de Alporão.
Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967)
Fotografia sem data.
Produzida durante a actividade do Estúdio Mário Novais: 1925-1985
Fonte: Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste GulbenkianFonte: DGPC
Relatório de uma visita efectuada em 1916 a Santarém pela Associação dos Arqueólogos Portugueses, publicada a expensas do 3º Visconde de SANTARÉM.Enriquecido com fotografias dos principais Monumentos da Cidade de Santarém da autoria de Carlos Gomes e Domingos Igreja, e ilustrações de Alberto de Sousa.
Separata da revista "Arqueologia e História", publicação da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Impressa na Typografia casa Portuguesa de Lisboa, 1917. In 4º grande de 27 págs.
"Dos doze marcos setecentistas que sabemos terem existido no percurso da antiga estrada real que ligava Lisboa a Santarém, o do Km 29,270 é o que se conserva em melhor estado e o único ainda in situ no actual concelho de Vila Franca de Xira, facto que lhe confere um estatuto singular, na medida em que, do mais vasto conjunto original, é a principal peça que permite uma mais objectiva caracterização destes testemunhos.
Ele marca a Légua VI da via e a sua construção remonta a 1788, por iniciativa da rainha D. Maria I. Na paisagem relativamente árida da região, antes do extraordinário impulso verificado no século XX, o marco sobressaía pela relativa altura que apresenta, reforçada pelo soco de dois degraus e a base cúbica que, ainda hoje, lhe asseguram uma posição dominante sobre a via pública..."