segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

2.º Visconde de Santarém

Manuel Francisco de Barros e Sousa de Mesquita de Macedo Leitão e Carvalhosa, 2.º visconde de Santarém

n: 18 de Novembro de 1791.


f: 17 de Janeiro de 1855.


Senhor de Pontével, Ereira e Lapa, alcaide-mor de Santarém, Golegã e Almeirim; senhor do morgado de Vaqueiros, oficial-mor da Casa Real, guarda-roupa de D. Maria I, comendador das ordens de S. Tiago e da Torre e Espada e grã-cruz da de Cristo; grã-cruz da de Carlos III, de Espanha, oficial do Cruzeiro do Brasil; ministro de Estado, guarda-mor da Torre do Tombo, sócio das Academias Reais das Ciências do Lisboa e de Berlim; do Instituto de França, das Sociedades de Geografia de Berlim, Franqueforte, Londres, Paris, e S. Petersburgo; do instituto Histórico e Geográfico do Brasil, etc.


N. em Lisboa a 18 de Novembro de 1791, fal. em Paris a 17 de Janeiro de 1855. Era filho do 1.º visconde do mesmo título, e da sua primeira mulher.

Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/santarem2v.html

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Caixa Postal n.º 3 de Santarém

Caixa Postal, utilizado na recolha das correspondências na cidade de Santarem. Trata-se de um modelo implantado depois de 1821, aquando da introdução da distribuição domiciliária.*


*in 200 Anos de Caixas e Marcos Postais, FPC, 2001, p.22-23

Fonte: http://www.flickr.com/photos/fpc-cdi/2937924470/

Edifício dos Correios - versão actual

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

1.º Visconde de Santarém


João Diogo de Barros Leitão de Carvalhosa, 1.º visconde de Santarém


Senhor de Pontével, Ereira, e Lapa, alcaide-mor de Santarém, senhor do morgado de Vaqueiros; comendador da ordem de S. Tiago; cavaleiro da de Cristo, guarda-roupa da rainha D. Maria I e de D. João VI, e seu guarda-jóias; tesoureiro do bolsinho, guarda tapeçarias, apontador dos foros dos reposteiros e moços da câmara; inspector da quinta de Belém e de todos os paços reais, escrivão da fazenda da Casa de Bragança, secretário da do infantado, guarda-mor do Lastro, etc.


N. em Santarém a 18 de Abril de 1757, fal. a 12 de Janeiro de 1818.


Sucedeu à casa de seu pai a 15 de Março do 1806. Casou em 1788, com D. Mariana Rita Xavier Porcille Okelly Ribeiro Rangel, filha herdeira de António Bernardo Xavier Porcille, fidalgo da Casa Real, do conselho de D. Maria I, cavaleiro da ordem de Cristo e desembargador do senado da câmara de Lisboa, e de sua mulher D. Mariana Okelly. Falecendo sua mulher a 16 do Novembro de 1794, passou a segundas núpcias com D. Maria José de Sampaio, filha de Inácio José de Sampaio Freire de Andrade, fidalgo da Casa Real, cavaleiro da ordem de Cristo, escrivão da fazenda da ,junta da Casa de Bragança, e de sua mulher D. Angelina Inácia Pereira de Aguirre.


O título de visconde de Santarém foi concedido por decreto de 17 de Dezembro de 1811. A sua residência em Lisboa era na rua de Buenos Aires, mas estavam quase sempre em Paris.

Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/santarem1v.html

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ermida do Milagre

A Ermida do Santíssimo Milagre situa-se em Santarém, no centro histórico da cidade, na proximidade da Igreja de Santo Estêvão. Este pequeno templo, fundado no século XVII, foi erigido no local onde, segundo a tradição, se erguia a casa da mulher que cometera o sacrilégio que esteve na origem do Santíssimo Milagre, ocorrido em 1266. Actualmente, a relíquia do milagre encontra-se exposta na Igreja de Santo Estêvão (conhecida hoje como Santuário do Santíssimo Milagre).


A ermida foi mandada construir em 1663, por D. Manuel dos Reis Tavares e por sua mulher, D. Margarida César de Almeida. A fachada principal do templo é enquadrada por pilastras com pináculos cónicos e é rematada por um frontão curvo, sobre o qual assenta uma sineira. O portal é de vão rectangular e o lintel arquitravado, encimado por uma pedra de armas com a representação do Santíssimo Sacramento.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ermida_do_Milagre_(Santar%C3%A9m)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Santarém


Durante a grave crise económica que afectou Portugal no final da I Grande Guerra e, essencialmente, nos anos imediatos ao pós-guerra, muitos cidadãos resolveram amealhar as moedas que se encontravam em circulação, visto que o valor do seu metal era superior ao próprio valor facial das moedas.
Verificou-se, assim, uma falta significativa de moedas de valor facial mais baixo, pelo que, principalmente entre 1919 e 1922, várias instituições emitiram cédulas que vieram suprir essa escassez de trocos. Câmaras Municipais, Associações Comerciais e Industriais, Misericórdias, Mercearias, Papelarias, centenas de instituições, emitiram essas cédulas, cujo valor variava, na sua maioria, entre um e vinte centavos.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Freguesia de Alcanede - Brasão


Escudo de prata, castelo de negro aberto e iluminado de vermelho; em chefe, cruz da Ordem de Avis. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: «ALCANEDE»

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Postal máximo de Santarém


Postal máximo de tourada com marca do dia de Santarém de 28/02/2007 (1º dia de emissão) sobre selo comemorativo de Correios de 0,61€ (taxa para Europa até 20gr)

Publicado em:http://jcura.blogs.sapo.pt/2989.html

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Corrida do 15 de Agosto, nas Caldas da Rainha em 1972


Kicas Mascarenhas, Xuta Mascarenhas, Peu Torres e Gonçalo Sepúlveda nas cortesias da já tradicional corrida do 15 de Agosto, nas Caldas da Rainha em 1972

domingo, 5 de dezembro de 2010

Presídio Militar (início do século XX)


O PM foi criado por decreto real de 7 de Fevereiro de 1895, e esteve provisoriamente instalado desde esse ano em Santarém, numa Cadeia Penitenciaria do Ministério da Justiça, absolutamente idêntica às existentes em Lisboa e Coimbra, que foi cedida à Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra para o cumprimento de pena de PM a qual, criada pelo Código de Justiça Militar ao tempo promulgado, obrigava a um regime Penitenciário que envolvia segregação celular durante a noite e comunidade de trabalho durante o dia.
A entrega provisória da Penitenciária e suas pertenças, ao Ministério da Guerra, ocorreu a 6 de Março de 1895, ficando como património da Direcção Geral de Fortificações e Obras do Exército.
No dia 8 de Maio de 1895 assumiu o Comando do Estabelecimento, o General de Brigada João Batista da Silva.
Em 25 de Maio de 1895 deu entrada o primeiro condenado, o Soldado António de Campos, aprendiz de músico, sendo-lhe atribuído o n.º 1.
A pena de “Presídio” estabelecida no Código de Justiça Militar de 13 de Maio de 1896, veio viabilizar o estabelecimento prisional como PM.
Foi em Santarém que o PM funcionou durante 105 anos e nele cumpriram pena 3945 presos, sendo 184 da Marinha, 3537 do Exército, 168 da Força Aérea e 56 da Guarda Nacional Republicana.
Em 1998 o PM de Santarém é desafectado do domínio público militar e passa a integrar o domínio privado do Estado, sendo reafectado ao Ministério da Justiça.
Pelo Despacho nº 1830/2001 de 17 de Janeiro do MDN, o Presídio Militar é aditado ao Mapa III (U/E/O que são transferidos) do Despacho 72/MDN/93.
A transferência do PM, de Santarém para Tomar, torna-se legalmente efectiva em 1 de Janeiro de 2001. O Presídio Militar ocupou as instalações da Casa de Reclusão de Tomar.
Nesta mesma data, tomou posse como Comandante do PM o TCor Infantaria Carlos Alberto Rodrigues Coelho.
Em 23 Abril de 2001 o PM instala-se definitivamente nas instalações da Casa de Reclusão de Tomar, depois dessas serem sujeitas a grandes obras de remodelação e ampliação, iniciadas em Abril de 2000.
Os reclusos condenados a penas de Presídio Militar, que tinham sido entretanto transferidos para a Casa de Reclusão de Elvas foram, em 9 de Janeiro de 2002, removidos para o Presídio Militar em Tomar.