terça-feira, 23 de novembro de 2010

Carta da Correição de Santarém


ALBERNAZ, João Teixeira I, ? - ca.1650
[Carta da Correição de Santarém] [Material cartográfico] / [João Teixeira Albernaz, I]. - Escala [ca. 1:210000], 5 léguas [18 ao grau] = [15,0 cm]. - [S.L. : s.n., 1640]. - 1 mapa : manuscrito, color. ; 49,00x71,00 cm. - Atribuição de autor e datas com base em: Cortesão, Armando; Mota, Avelino Teixeira - Portugaliae Monumenta Cartographica. Lisboa: Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, 1960. Vol. 5, p.142. - O mapa está orientadado com o Leste no topo, indicado através de uma rosa-dos-ventos. . - Sobre o fundo traçados rectilíneos a vermelho . - A representação abrange um amplo espeço da bacia do Tejo, de Tomar ao estuário do rio (Mar da Palha) e das Serras de Minde e de Montejunto a Montargil e ao vale da ribeira de seda. . - Não apresenta título ou legenda mas, identificam-se quatro principais fenómenos figurados: a rede hidrográfica, o relevo, o povoamento e a divisão judicial.

CDU 914.695.1(084.3)
912"17"(084.3)

Fonte: http://purl.pt/4010/1/

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Santarém, on the Tagus (Séc. XIX, durante as invasões francesas)


SANTAREM, ON THE TAGUS
Santarem, on the Tagus [Visual gráfico. - [S.l. : s.n., 183-]. - 1 gravura : madeira, aguarelada ; 21x27 cm. - Data atribuída segundo texto no verso

CDU 355.1(469.421)"183"(084.1)
908(469.421)Santarém"183"(084.1)

sábado, 20 de novembro de 2010

Ponte de Alcorce (Ribeira de Santarém)



Estrada Ribeira de Santarém - Vale de Figueira, pela lezíria.

Esta ponte medieval é um importante monumento da arquitectura civil e das obras públicas da época. Apresenta tabuleiros de alvenaria de pedra assentes sobre quatro arcos de volta inteira. No centro da ponte pode-se observar um brasão real.

Fonte: http://mapas.sapo.pt/POIDetails.aspx?poiid=2575973

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Córnea - Cor - Astinegro

Astinegro
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Pega de Luís Sepúlveda, Vila Franca, 1973


Pega de Luís Sepúlveda, Vila Franca, 09/10/1973. Toiro Oliveira (477 Kg, à 1.ª)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Córnea - Cor - Astiblanco

Astiblanco
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terça-feira, 19 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Sepulturas descobertas durante as obras no Largo Cândido dos Reis (2004)



Mais de 50 sepulturas do período islâmico medieval foram descobertas em Santarém, na sequência da construção de uma rotunda no largo Cândido dos Reis, durante o mês de Julho. Esta poderá ser a maior necrópole islâmica da Europa em bom estado de conservação. António Matias, arqueólogo da Câmara Municipal de Santarém, admite que poderão existir necrópoles mais extensas, mas sem ossadas humanas, uma vez que estas são geralmente corroídas pela acidez dos terrenos ao longo dos séculos. A importância deste achado poderá levar à elaboração de uma monografia e até à criação de um núcleo museológico (...)

A classificação das sepulturas como pertencendo à época medieval islâmica deve-se ao tipo de morfologias escavadas na rocha e à posição dos indivíduos. O arqueólogo esclarece que "em Santarém temos casos de sepulturas escavadas na rocha, como é o caso do interior do convento de S. Francisco, uma nave tipicamente cristã, mas o mundo islâmico tem um tipo de rituais muito particular: abria-se uma fossa na rocha e colocava-seo indivíduo sobre o seu lado direito, com a cabeça a sudoeste e os pés situados a noroeste com a cara virada para sudeste, a direcção de Meca" (...)

Fonte: http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=51ac4d4b-f325-423e-a06b-e08c91126f47&edition=46

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Córnea - Cor - Acaramelado

Acaramelado
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Traseiras da Mouraria


Postal 04 de 25

Bairros de Mouros e Judeus

Os bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria correspondem a espaços contidos no interior dos muros onde, entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias.
O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do "Aipram" (Alporão), enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado.
A freguesia de S. Martinho, toponímia marcada pelo largo do mesmo nome, incluía a residência de mercadores do Aipram (palavra árabe que significa terreno elevado), zona artesanal de tendas e de intensa actividade comercial, integrando nas suas imediações o bairro da Judiaria, de acesso possível pela ainda hoje existente Travessa da Judiaria.
As ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, privilegiavam o interior e estão agora geralmente ocupados por habitantes de parcas posses, num rico tecido urbano infelizmente marcado pelo abandono e pela falta de reabilitação construtiva e social.
Não obstante, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados de "tesouro" ou "tesoura", a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Da Mouraria, diz Angela Beirante: "À retaguarda da Câmara, ficava a chamada travessa por Detrás dos Açougues (correspondente à Rua 15 de Março), ladeada de pardieiros e lagares. Entre os proprietários de lagares contava-se o Convento de Alcobaça e um rico mercador (...). Marvila tinha aí alguns pardieiros e nessa travessa vivia um tabelião, um latoeiro e um ourives.
Aporta de Atamarma integrava um complexo de artérias e a sua comunicação com a Praça fazia-se pelo menos por duas ruas (...) A rua das Tendeiras que saía da Praça do Pelourinho é identificada (...) com a rua das Frigideiras, nome que ainda se mantém.