quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ponte Salgueiro Maia
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Pega de Luís Sepúlveda, Vila Franca, 1973
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Santarém desaparecida - imagens de calçada portuguesa
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sábado, 30 de outubro de 2010
Praça Sá da Bandeira, à alvorada, em Novembro de 2003
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Do interior do Mercado...
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Córnea - Cor - Astiblanco
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Posando para o fotógrafo
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sepulturas descobertas durante as obras no Largo Cândido dos Reis (2004)
Mais de 50 sepulturas do período islâmico medieval foram descobertas em Santarém, na sequência da construção de uma rotunda no largo Cândido dos Reis, durante o mês de Julho. Esta poderá ser a maior necrópole islâmica da Europa em bom estado de conservação. António Matias, arqueólogo da Câmara Municipal de Santarém, admite que poderão existir necrópoles mais extensas, mas sem ossadas humanas, uma vez que estas são geralmente corroídas pela acidez dos terrenos ao longo dos séculos. A importância deste achado poderá levar à elaboração de uma monografia e até à criação de um núcleo museológico (...)
A classificação das sepulturas como pertencendo à época medieval islâmica deve-se ao tipo de morfologias escavadas na rocha e à posição dos indivíduos. O arqueólogo esclarece que "em Santarém temos casos de sepulturas escavadas na rocha, como é o caso do interior do convento de S. Francisco, uma nave tipicamente cristã, mas o mundo islâmico tem um tipo de rituais muito particular: abria-se uma fossa na rocha e colocava-seo indivíduo sobre o seu lado direito, com a cabeça a sudoeste e os pés situados a noroeste com a cara virada para sudeste, a direcção de Meca" (...)
Fonte: http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=51ac4d4b-f325-423e-a06b-e08c91126f47&edition=46
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Fonte de Palhais
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Uma janela no Largo dos Pasteleiros
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
O extinto lago do jardim das Portas-do-Sol
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Córnea - Cor - Acaramelado
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Traseiras da Mouraria

Postal 04 de 25
Bairros de Mouros e Judeus
Os bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria correspondem a espaços contidos no interior dos muros onde, entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias.
O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do "Aipram" (Alporão), enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado.
A freguesia de S. Martinho, toponímia marcada pelo largo do mesmo nome, incluía a residência de mercadores do Aipram (palavra árabe que significa terreno elevado), zona artesanal de tendas e de intensa actividade comercial, integrando nas suas imediações o bairro da Judiaria, de acesso possível pela ainda hoje existente Travessa da Judiaria.
As ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, privilegiavam o interior e estão agora geralmente ocupados por habitantes de parcas posses, num rico tecido urbano infelizmente marcado pelo abandono e pela falta de reabilitação construtiva e social.
Não obstante, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados de "tesouro" ou "tesoura", a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Da Mouraria, diz Angela Beirante: "À retaguarda da Câmara, ficava a chamada travessa por Detrás dos Açougues (correspondente à Rua 15 de Março), ladeada de pardieiros e lagares. Entre os proprietários de lagares contava-se o Convento de Alcobaça e um rico mercador (...). Marvila tinha aí alguns pardieiros e nessa travessa vivia um tabelião, um latoeiro e um ourives.
Aporta de Atamarma integrava um complexo de artérias e a sua comunicação com a Praça fazia-se pelo menos por duas ruas (...) A rua das Tendeiras que saía da Praça do Pelourinho é identificada (...) com a rua das Frigideiras, nome que ainda se mantém.
Os bairros arrabaldinos da Judiaria e da Mouraria correspondem a espaços contidos no interior dos muros onde, entre o século XIV e 1497, se instalaram as populações tidas como minorias.
O bairro da Judiaria encontrava-se adjacente às muralhas do "Aipram" (Alporão), enquanto que o da Mouraria se localizava exteriormente à primitiva cerca do planalto, sendo só após a construção da cerca femandina que veio a ser inserido no interior do recinto amuralhado.
A freguesia de S. Martinho, toponímia marcada pelo largo do mesmo nome, incluía a residência de mercadores do Aipram (palavra árabe que significa terreno elevado), zona artesanal de tendas e de intensa actividade comercial, integrando nas suas imediações o bairro da Judiaria, de acesso possível pela ainda hoje existente Travessa da Judiaria.
As ruas e becos de traçado irregular, construções reflectindo a cultura e a religião das populações então marginalizadas, privilegiavam o interior e estão agora geralmente ocupados por habitantes de parcas posses, num rico tecido urbano infelizmente marcado pelo abandono e pela falta de reabilitação construtiva e social.
Não obstante, trata-se de um património cultural que é digno de visita, valorizando-se fachadas, cantarias, telhados de "tesouro" ou "tesoura", a toponímia sugestiva de antigas actividades e utilizações: localizadas na actual freguesia do Salvador, a Travessa da Mouraria, o Beco dos Agulheiros ou a Travessa dos Surradores, onde se destaca a residência (n°. 9) conhecida como Casa dos Mascarões, em cujo primeiro piso estão representadas caras de animais fantásticos, em jeito de mísulas. Os muros caiados de branco deixam adivinhar a primazia concedida aos pátios interiores, lembrança urbana da antiga ocupação árabe, reforçada ainda pela presença de algumas pequenas hortas e pomares.
Da Mouraria, diz Angela Beirante: "À retaguarda da Câmara, ficava a chamada travessa por Detrás dos Açougues (correspondente à Rua 15 de Março), ladeada de pardieiros e lagares. Entre os proprietários de lagares contava-se o Convento de Alcobaça e um rico mercador (...). Marvila tinha aí alguns pardieiros e nessa travessa vivia um tabelião, um latoeiro e um ourives.
Aporta de Atamarma integrava um complexo de artérias e a sua comunicação com a Praça fazia-se pelo menos por duas ruas (...) A rua das Tendeiras que saía da Praça do Pelourinho é identificada (...) com a rua das Frigideiras, nome que ainda se mantém.
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domingo, 26 de setembro de 2010
Pega de Luís Sepúlveda, Vila Franca de Xira. Anos 70.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Ribeira, ponte, Tapada e Almeirim
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Córnea - comprimento - cornicorto
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Convento de Santa Maria de Almoster (foto 2)
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Edifício do Montepio - Rua Luís de Camões
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