terça-feira, 17 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Freguesia de Abrã - Brasão


Escudo de prata, roda dentada de vermelho entre dois ramos de oliveira de verde, frutados de negro, com os pés passados em aspa, em ponta. Em chefe, uma cruz apontada de azul. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: «ABRÃ - SANTARÉM».

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O Caminho de Salinas



Postal 02 de 25

"Quantas das vezes, chegado o fim-de-semana, pegávamos no nosso material de pesca, metíamos um lanchito numa sacola e faziamo-nos ao caminho.
Rumávamos direito às Portas de Sol e cruzávamos a porta de Santiago, na altura para nós, o Buraco das Salinas. Descíamos pelo íngreme caminho e, em breve, estávamos na Ribeira de Santarém.
Depois, junto aos pilares da ponte, pescávamos bogas, bordalos, barbos, e até uma ou outra carpa, ou híbrido, como então chamávamos aos pimpões e outros peixes parecidos. Ou, então, não apanhávamos nada.
Eramos, então, homens com corpo e mente de adolescentes. Homens, porque desde cedo trabalhavámos; adolescentes, porque essa era a nossa idade.
A subida era bem pior. Não só por ser subida, mas pelo cansaço do dia.
Mais tarde soube que a vida não é mais que o caminho do Buraco das Salinas, nas Portas de Sol. Tudo nos parece sorrir, quando descemos a montanha, nascidos para a vida. Porém, mais difícil se torna o caminho que nos leva de regresso."

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Chafariz de Palhais, Ribeira de Santarém



O chafariz de Palhais, localizado à entrada da Ribeira de Santarém, é uma peça da segunda metade do século XVIII desenvolvida num paredão ornamentado com pares de pilastras adossadas, em envasamentos simples rematados por pilastras de urnas, envolvendo um nicho central com as bicas de água. A peça é desenhada de acordo com a gramática artística tardo-barroca, em severas linhas clássicas, mas animada no frontão recortado por profusa gramática 'rocaille', e nos lados com jogos de volutas simétricas. Ao centro, destaca-se o nicho de calote semi-esférica, com moldura rococó; entre cada par de pilastras adossadas à estrutura pétrea jorra a água a partir de bicas decoradas com carrancas fantasistas que suportam pináculos triangulares em baixo relevo. Na zona superior, encontra-se o entablamento sobrepujado por um frontão rocócó centrado poelo brasão do Município, este com motivos heráldicos reais. Com grande manancial de águas, este chafariz abastecia todos os viajantes que tomavam o destino do Norte pela estrada real ou coimbrã, ou dessedentava os que aportavam à antiga Vila pelas três estradas de campo que ali entroncam. Note-se que a sua localização anda também associada à existência, naquele lugar, de uma igreja gótica e de um hospital da invocação de Santa Maria de Palhais.

FONTE: Instituto Potuguês do Património Arquitectónico

(Obrigado, Dora)

sábado, 7 de agosto de 2010

Ganadarias - Vaz Monteiro




É a ganadaria mais antiga de Portugal, fundada em 1840 por José Vaz Monteiro, com vacas e sementais da casta portuguesa, procedentes de Marquês de Vagos.

A sua estreia em 1843 na antiga praça de Almada e, desde então, ao longo de mais de um século, tem sido mantida na mesma família e sem introdução de qualquer outro sangue, constituindo um encaste único e a preservar.

Fonte: http://toureio3.no.sapo.pt

Freguesia de Abitureiras - Brasão


Escudo de prata, com doze rosas heráldicas de vermelho, folhadas de verde, botoadas de ouro e alinhadas em orla; ao centro, duas rocas de negro, passadas em aspa e encimadas por parra de verde. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "ABITUREIRAS - SANTARÉM".

domingo, 1 de agosto de 2010

Templo de Santa Iria, na Ribeira de Santarém



in Arruda, V. (1997). Santarém no Tempo. Santarém, ed. Câmara Municipal de Santarém.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

Santarém - o Monte da Cidadela (ou da Alcáçova), fotografado a partir do Monte do Pereiro

Brasão da cidade de Santarém

Brasão: de azul, com um castelo de prata aberto e iluminado de vermelho, tendo a torre central carregada pelas quinas antigas de Portugal. Coroa mural de prata de cinco torres. Envolvendo as armas, o colar da Torre e Espada, tendo pendente a insígnia respectiva. Listel branco com os dizeres: «Cidade de Santarém».

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Igreja de Nossa Senhora de Jesus do Sítio



O Convento de Nossa Senhora de Jesus do Sítio e a respectiva igreja, igualmente conhecida como Igreja do Hospital, situam-se em Santarém, na zona extra-muros da cidade. Este convento foi fundado por D. Miguel de Castro, arcebispo de Lisboa, nos finais do século XVII, para albergar os frades da Ordem Terceira de São Francisco, que até então residiam no Convento de Santa Catarina do Vale de Mourol. O conjunto conventual foi edificado na zona conhecida na época como Fora de Vila, no local onde anteriormente se situavam o Paço dos Arcebispos e a Ermida de Santa Maria Madalena. Mais tarde, já no século XIX, foi aqui instalado o Hospital de João Afonso, que aqui permaneceria até aos anos 80 do século XX.
A igreja conventual é um dos melhores exemplos existentes do estilo chão, corrente arquitectónica característica do maneirismo português. Anexa à igreja, situa-se a Capela da Ordem Terceira de São Francisco, conhecida igualmente como Capela Dourada, que é considerada uma obra-prima do barroco de estilo nacional, encontrando-se completamente revestida por talha dourada. A igreja conventual é Monumento Nacional desde 1923.

Fonte: Wikipedia

domingo, 4 de julho de 2010

Túmulo de D. Duarte de Menezes - Igreja de São João de Alporão




Dom Duarte de Meneses (Lisboa, 1414 – Marrocos, 1464) foi um militar e nobre português, filho natural de Pedro de Menezes, 1.º Conde de Vila Real.
Sendo filho ilegítimo, foi sua meia-irmã, Brites de Meneses, quem herdou do pai a Casa de Vila Real. No entanto, D. Duarte de Meneses, pelo seu valor militar veio a obter do rei diversas honras e títulos, vindo a ser 3.º Conde de Viana (do Alentejo), 2.º Conde de Viana (da Foz do Lima) e primeiro capitão de Alcácer-Ceguer.
Deu a vida para proteger Afonso V na serra de Benacofu, aquando da deslocação do rei ao norte de Marrocos.
Casou duas vezes. A primeira com Isabel de Melo, filha de Martim Afonso de Melo, Senhor de Arega e Barbacena. Deste casamento nasceu uma filha:
Maria de Meneses, que casou com D. João de Castro, 2.º conde de Monsanto.
Do segundo casamento com Isabel de Castro, filha de D. Fernando de Castro, 1.º Senhor do Paul do Boquilobo, e tia de D. João de Castro, seu genro, teve a seguinte descendência:
Henrique de Meneses, 4.º conde de Viana (do Alentejo), 3.º conde de Viana (da Foz do Lima), 1.º conde de Loulé
Garcia de Meneses, bispo de Évora
Fernando de Meneses, o Narizes, de quem descendem os Marqueses de Valada
João de Meneses, 1.º conde de Tarouca
Isabel de Meneses, freira em Aveiro

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Manuel Sabino Duarte ("Veca")



Manuel Sabino Duarte, filho de Manuel Gameiro Duarte e de Maria Albana Barreiros R Duarte, nasceu no Pombalinho em 09 de Junho de 1926. Cavaleiro profissional, tomou a alternativa em 1975 na cidade de Viseu, mas a sua grande paixão profissional foi a Coudelaria Nacional no Vale de Santarém onde se dedicou em importante desempenho técnico no apuramento das raças Lusitana e Sorraia. Presença assídua na Feira do Cavalo na Golegã e de forte popularidade nos meios equestres em todo o Ribatejo, foi homenageado no EquiFoz 2007 e recentemente recebeu um troféu prestígio na Gala da Escola de Toureio de Almeirim.

Fonte: http://opombalinho.blogspot.com/